A Pedra Verde
   



Nos dia 6 e 7 setembro, nossa comunidade foi brindada com uma excelente apresentação teatral: A Pedra Verde.

Contando a história de uma tribo em vias de extinção, a encenação brilhou pela marcação de palco e pelo jogo de luzes.

Em busca da Pedra Verde, a tribo de Tupac apreende os valores de outras tribos e da natureza, e descobre que a Pedra Verde está dentro de cada um. Disseminando o respeito pela natureza e pelo ser humano é possível garantir a sobrevivência.

Não importa a época e nem o lugar. A Pedra Verde traz uma mensagem atemporal e algures, uma mensagem que nos leva à reflexão sobre a nossa sobrevivência e a do planeta.

Parabéns aos professores Enderson Bastani e Eduardo Frederico, e aos alunos, que nos propiciaram esta oportunidade de crescer cultural e pessoalmente.

Maria Luisa Cerqueira Alves
Porto Trombetas, 9 de novembro de 2003.


Teatros 2002

A atividade teatral na escola é uma forma de expressão artística de grande importância para o processo educativo. Proporciona aos participantes uma série de vantagens quanto à vivência de grupo, ajuda no desenvolvimento da auto-estima, linguagem, criatividade, autonomia, capacidade de análise e formação de conceitos. Para o público, representa mais um instrumento na busca de conhecimento e desenvolvimento cultural. Neste sentido, as peças teatrais apresentadas durante o ano resultam de um trabalho em que alunos, professores e pais se fazem presentes em todos momentos do processo de produção.
Para dar mais consistência à proposta, no ano de 2000, foi criado o Grupo Teatral Trombetas Em Cena, com participação de alunos do Ensino Médio e Fundamental.


Teatros 2001

Peça Teatral 
“Quem conta um conto aumenta um ponto”

O Grupo Teatral Trombetas Em Cena apresentou nos dias 8, 9 e 10 de Junho a peça “Quem conta conto aumenta um ponto”. Trata-se de uma adaptação para o teatro de contos tradicionais do Brasil. A peça é dividida em quatro atos e apresenta aspectos como desconfiança, preconceito, traição, ganância e esperteza, elementos comuns nos contos populares brasileiros. Mostra, também, a importância da honestidade, do uso da razão e do respeito na resolução dos problemas. Os contos adaptados para a peça tornam-se sátiras à sociedade, sem perder a ingenuidade e espontaneidade que lhes são originais.

Os contos populares são amplos e expressivos, pois abordam o cotidiano, o passado, sentimentos e desejos de um povo. Além disso, são documentos vivos, pois trazem consigo informações históricas, sociológicas, culturais e lingüísticas. Denunciam costumes, idéias, mentalidades, decisões e julgamentos.
 Geralmente, são contos antigos, anônimos e com pouca referência na literatura escrita. Atestam detalhes de ambiente e hábitos desaparecidos. Falam sempre de espada, transporte a cavalo, reclusão feminina, autoridade paterna, absolutismo real.
Texto e Direção: Luiz Itaborahy
Figurino: Aurenir Costa, Euzimar
Cenografia: Júnia Franco, Sônia Abe, Kátia Soares 


O homem que pôs um ovo
Flávia Castro – Narradora  
A velha misteriosa
Daiane Bentes – Velha Misteriosa
Juliana Lopes – Dona Judite
Priscila Cavalcanti – Joana
Tobias Scarparo – Seu Miguel
O urubu falante de Pedro Malazarte
Anderson Lopes – Pedro Malazarte
Laura Duarte – Tereza
Mike Cardoso – João
Marlon Barreto – José
O boi Leição
Alan Soares- Geromo
Alexandre Costa – Boi Leição
Ana Beatriz – Mariinha
Igor Barros – Seu Mané
Paula Othero – Cilinha
Paulo Costa – Seu Joaquim

Peças teatrais apresentadas

Ano de 2000
- O Casamento da Emília
Apresentação livre da obra de Monteiro Lobato por Solange Massote
Direção: Solange Massote
A apresentação fez parte da programação do Dia do Livro, promovida pela Biblioteca Escolar Comunitária

- A Mata do Bicho Folhaça
(Grupo Teatral Trombetas Em Cena)
Autoria e Direção: Luiz Carlos Itaborahy
Peça teatral baseada em texto de José Carlos Itaborahy Filho
Texto educativo sobre preservação ambiental. Conta a história do Coelho Velhaco que se recusa a ajudar os outros animais a resolver o problema da destruição da floresta causada pelo desmatamento. Um encontro surpreendente com a Mãe Natureza o faz mudar de idéia e, de vilão, passa a ser herói.

Ano de 1999
- O Saci

Adaptação livre da obra de Monteiro Lobato, por Solange Massote
Direção: Solange Massote
A apresentação fez parte da programação do Dia do Livro, promovida pela Biblioteca Escolar Comunitária.

- Um Chazinho no Inferno
Autoria e Direção: Daniela Delmonte Pereira Marra
Coordenação geral: Professora Maria Helena Medeiros
Esta comédia trata da luta entre o bem e o mal. Retrata situações conflitantes do cotidiano que nos aborrecem e que, mesmo assim, devemos enfrentá-las para vivermos mais felizes.

Ano de 1998
- O Julgamento do Bem-te-vi
Autor: Luiz Itaborahy
Direção: Miriam Chaves
Peça teatral baseada na obra "Bem-te-vi, Bem-te-quis", de Mauro Passos e Itaborahy Filho.
A peça é uma sátira que conta a história de um solitário Bem-te-vi que, por ser considerado espião, é rejeitado pelos companheiros da floresta. Os passarinhos não percebem que o verdadeiro inimigo é o Gavião Gavilão, até que o Bem-te-vi resolve enfrentar o problema de frente.
Com bom humor e uma sutil dose dramática, a história fala da necessidade da existência de amor, solidariedade e justiça entre nós.